Ela era mulher de boas palavras, estudiosa, bonita e sabia das coisas do mundo. O mundo já tinha feito dela coisas, que a fizeram ser madura antes do tempo. O seu olhar tinha olheiras, pois durante a noite não conseguia dormir, ela criticava a correria do dia-a-dia, mas no fundo dependia daquilo para puder se questionar, e de noite com todo o silencio fúnebre, ele se sentia vazia. Justamente por sentir falta do mundo, que um o dia a fez de capacho.
Os lúcidos seguidores
26 de jul. de 2012
Uma mulher vivida
Ela era mulher de boas palavras, estudiosa, bonita e sabia das coisas do mundo. O mundo já tinha feito dela coisas, que a fizeram ser madura antes do tempo. O seu olhar tinha olheiras, pois durante a noite não conseguia dormir, ela criticava a correria do dia-a-dia, mas no fundo dependia daquilo para puder se questionar, e de noite com todo o silencio fúnebre, ele se sentia vazia. Justamente por sentir falta do mundo, que um o dia a fez de capacho.
ESCRITO por
Lúcia Castelo
às
19:53
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Marcadores:
Prosa poética
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